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COPA DO MUNDO 2026 SERÁ A MAIOR DA HISTÓRIA E PROMETE DISPUTA ACIRRADA PELA AUDIÊNCIA NO BRASIL

  • 3 de jun.
  • 3 min de leitura

Mundial terá 48 seleções, 104 partidas e transmissão dividida entre TV aberta, canais fechados e plataformas digitais.


A Copa do Mundo de 2026 será realizada nos Estados Unidos, México e Canadá, reunindo 48 seleções e um recorde de 104 partidas. Imagem: Internet.
A Copa do Mundo de 2026 será realizada nos Estados Unidos, México e Canadá, reunindo 48 seleções e um recorde de 104 partidas. Imagem: Internet.

A contagem regressiva para a Copa do Mundo de 2026 já começou. Considerada a maior edição da história do futebol, a competição terá início no dia 11 de junho e seguirá até 19 de julho, reunindo pela primeira vez 48 seleções e um total recorde de 104 partidas.


O torneio será realizado de forma inédita por três países-sede: Estados Unidos, México e Canadá. A abertura está marcada para o tradicional Estádio Azteca, na Cidade do México, enquanto a grande final acontecerá no MetLife Stadium, na região metropolitana de Nova York.


O Brasil estreia na Copa do Mundo de 2026 no dia 13 de junho diante do Marrocos. Foto: Internet.
O Brasil estreia na Copa do Mundo de 2026 no dia 13 de junho diante do Marrocos. Foto: Internet.

Para os brasileiros, a expectativa gira em torno da caminhada da Seleção Brasileira na fase de grupos. O Brasil estreia no dia 13 de junho contra o Marrocos. Depois enfrenta o Haiti, em 19 de junho, e encerra sua participação na primeira fase diante da Escócia, no dia 24.


Guerra pela audiência


Além do espetáculo dentro de campo, a Copa de 2026 promete movimentar bilhões de reais no mercado de comunicação e publicidade. Pela primeira vez em muitos anos, a disputa pelos telespectadores será compartilhada entre diferentes emissoras e plataformas.


Globo, SBT, SporTV, NSports e CazéTV disputarão a atenção dos torcedores brasileiros durante o Mundial de 2026. Imagem internet.
Globo, SBT, SporTV, NSports e CazéTV disputarão a atenção dos torcedores brasileiros durante o Mundial de 2026. Imagem internet.

A TV Globo seguirá como uma das principais detentoras dos direitos de transmissão, exibindo 55 partidas ao vivo. A novidade fica por conta do retorno do SBT às transmissões de uma Copa do Mundo após 28 anos. A emissora adquiriu os direitos de 32 jogos, incluindo todas as partidas da Seleção Brasileira e a grande final.


Para reforçar sua cobertura, o SBT apostou em nomes conhecidos do público, como Galvão Bueno e Tiago Leifert.


Na TV por assinatura, os torcedores poderão acompanhar os jogos pelo SporTV e também pelos canais NSports, que firmaram parceria de exibição com o SBT.


Streaming ganha protagonismo


No ambiente digital, a CazéTV será um dos principais destaques da competição. A plataforma fechou acordo com a FIFA e transmitirá os 104 jogos do Mundial ao vivo para o público brasileiro.

Além disso, cerca de 50 partidas serão exibidas com exclusividade digital, ampliando ainda mais a força do streaming no consumo de eventos esportivos. A transmissão contará ainda com sinal em 4K, oferecendo maior qualidade de imagem aos torcedores.



Enquanto isso, o Globoplay e o GE TV também participarão da cobertura com conteúdos especiais e transmissões complementares.


Oportunidade para marcas

Especialistas do mercado apontam que a Copa do Mundo de 2026 deverá representar o maior pico de consumo de mídia da década. A divisão dos direitos de transmissão entre diversas plataformas tende a ampliar o alcance das campanhas publicitárias e aumentar a concorrência por patrocinadores.


Com TV aberta, canais por assinatura, streaming e redes sociais disputando a atenção do público, as marcas terão mais oportunidades para se conectar com diferentes perfis de consumidores durante o maior evento esportivo do planeta.


ANÁLISE | A Copa da fragmentação da audiência


Segundo especialistas do mercado de mídia, a Copa do Mundo de 2026 marca uma mudança histórica na forma como o público consome grandes eventos esportivos. Se em edições anteriores a audiência estava concentrada em uma única emissora, agora ela será distribuída entre televisão aberta, TV por assinatura, plataformas digitais e streaming.


Para a estrategista de comunicação e marketing Cláudia Gomes, diretorada Alliada Comunicação, a disputa entre Globo, SBT e CazéTV reflete uma transformação definitiva no comportamento do consumidor.


"A Copa de 2026 simboliza a consolidação do modelo multiplataforma. O público não está mais concentrado em um único canal. Hoje ele acompanha o jogo pela TV, comenta nas redes sociais e consome conteúdos complementares pelo celular. As marcas que entenderem essa jornada terão mais resultados do que aquelas que apostarem apenas na exposição tradicional", analisa.

Cláudia destaca ainda que a presença da CazéTV com transmissão integral dos jogos reforça o crescimento da economia da atenção no ambiente digital.


"O grande ativo não é apenas transmitir o jogo, mas gerar engajamento. As novas gerações valorizam linguagem informal, interação e conteúdos em tempo real. Isso explica o avanço das plataformas digitais sobre um território que antes era dominado exclusivamente pela televisão."

Na avaliação do mercado publicitário, a Copa de 2026 poderá se tornar um dos eventos mais rentáveis da história da comunicação brasileira, impulsionando investimentos em mídia, patrocínios, ações promocionais e marketing de influência durante os 39 dias de competição.


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