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Dalvinha: De professora a empreendedora

  • Foto do escritor: Redação
    Redação
  • 9 de nov. de 2020
  • 3 min de leitura

Ela atuou 32 anos no magistério e há 10 anos aposentou-se. Tomada pela inquietude de ficar parada, a senhora Dalva Regina Manhãs Soares (Dalvinha), 60 anos, desbravou o mundo do empreendedorismo e fez de sua rotina de dona de casa, um bom negócio para auxiliar na renda da família. O que ela não imaginava, é que o pequeno negócio lhe traria a renda essencial durante a pandemia do novo coronavírus, que chegou ao Brasil em março deste ano. Esta é a história do Case de Sucesso Local desta edição. Inspire-se!

Dalvinha, como conhecida na região, começou preparando o saboroso feijão tropeiro e salpicão. Com um tempo, ganhou clientela e pelo menos há 4 anos, a empreendedora passou a entregar também, o frango assado. Com a chegada da pandemia, Dalvinha revela que não sentiu tanto o impacto em suas vendas, devido ao fato dela trabalhar com o sistema de delivery, desde que começou seu empreendimento. Vamos conhecer uma pouco da história de vida e superação e persistência de Dalvinha.


JON: Quem é Dalva?

DALVA: Sou uma pessoa de coração grande, lutadora, trabalhadora. Sou uma pequena empreendedora que não gosta de trabalhar apenas, eu gosto mesmo é de inovar.

JON: Tem filhos?

DALVA: Tenho dois filhos e criei um.

JON: Quem é a empreendedora Dalva?

DALVA: Sou uma mulher que gosta de novidades e que, apesar de estar com 60 anos e aposentada, eu gosto muito de trabalhar.

JON: Como surgiu o negócio da Dalva?

DALVA: Surgiu pela necessidade de ocupar a minha mente. Quando eu me aposentei, fiquei preocupada como o que eu faria da minha vida em um lugar que você não tem lazer ou distrações e as pessoas da minha idade ou até mais novas do que eu, estão com Alzheimer e com outros problemas. Então, tudo que fiz foi querer ocupar a minha mente. Com isso, adquiri clientela de maneira que a coisa tomou uma proporção que agora nem se eu quisesse não daria para eu desistir, tamanha demanda de pedidos no momento.

JON: Teve muitas dificuldades no começo?

DALVA: Tudo que criamos com propósito no início é sempre difícil. Até você adquirir confiança do cliente e fazê-lo gostar do que você faz, requer perseverança. A maior dificuldade que eu encontrei no início, foi com as minhas entregas. Naquela época era aquele negócio muito solto, ninguém fazia. Assim que foi crescendo minha clientela, eu pude comprar uma moto Biz que, eu tenho hoje, pois a minha era muito velha, apesar de ser com ela que carreguei muito frango no baú. Nós não tínhamos carro. Então, tudo que precisávamos comprar, era na moto que trazíamos ou então na mão mesmo.

JON: Sobre o impacto da pandemia do coronavírus na economia. Como foi para você esse período?

DALVA: Não me afetou porque eu sempre trabalhei com delivery. Raramente recebia pessoas na minha casa. Mas com a pandemia precisei parar com o atendimento presencial. JON: Suas metas e objetivos para 2021?

DALVA: Pretendo aumentar o número de meus funcionários, mas tudo vai depender de como estará o nosso cenário econômico em 2021.

JON: Você considera seu negócio como um case de sucesso local?

DALVA: Eu considero sim. Graças a Deus tudo o que eu faço eu vendo. Eu sou um sucesso! Não estou me gabando não, mas graças a Deus eu vendo 30 a 40 frangos só domingo.

JON: Deixe uma mensagem para seus clientes e não clientes.

DALVA: Para os meus clientes eu quero agradecer o carinho e a confiança em meu trabalho. E para aqueles que ainda não conhecem o meu tempero, procura conhecer, conhecer a Dona Dalva.

JON: Onde seus clientes podem lhe encontrar?

DALVA: Meu endereço é na Rua Nilo Peçanha, 53. Aceitamos pedidos pelo telefone: 999456250 ou 27215385. E estamos aqui para atender com muito carinho

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